Após 150 anos, espécie rara de borboletas extintas reaparecem na Inglaterra
Após 150 anos, espécie rara de borboletas extintas reaparecem na Inglaterra

Após 150 anos, espécie rara de borboletas extintas reaparecem na Inglaterra

Motivo de comemoração mundial!

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Estamos falando de uma espécie de borboletas magicamente lindas, que passaram mais de 150 sem serem vistas. Por causa de sua coloração azulada, essa espécie acabou sendo chamada apenas de borboletas azuis. Mas depois de muitas lutas, essa notícia precisa ser compartilhada para todos. 

Um processo de preservação animal não é anda fácil. Sejam eles dos menos aos maiores seres, é preciso muita dedicação, estudo, cuidados e verbas para que qualquer coisa possa ser feito em prol desses animais. Sem ser diferente com as borboletas azuis, esses procedimentos foram cautelosamente feitos também.

Cerca de 750 casulos dessa espécie que estava sem ser vista desde o século passado, chegaram a ter suas sedas rompidas para o nascimento das borboletas azuis, para que pudessem trazer de volta a existência completa e sem riscos, de sua espécie. 

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Ao vermos uma dessas, chegamos a ficar mais que impressionados com tamanha beleza que cada uma delas podem possuir. Como já falamos de sua coloração, outra coisa que chama a atenção dos amantes desses pequenos seres, são as manchas enfileiradas em uma tonalidade mais escura, em suas asas.

Graças aos trabalhos que foram feitos em prol de sua conservação, as borboletas azuis passaram a serem vistas nos campos da Inglaterra!

A equipe responsável por esse projeto fica em Minchinhampton e Rodborough Commons, no condado de Gloucestershireepois. Eles conseguiram colocar 1.100 larvas e com muito sucesso, os conservacionistas  viram 750 borboletas surgindo de seus casulos. 

borboleta-azul
Imagens: PJC & Co

Esse acabou sendo um grande passo para essa transformação. Isso porque a Phengaris Arion, ou só grande azul, conseguem colocar seus ovos no habitat natural, de acordo com os cientistas que estudam a espécie. Veja o que disse o guarda florestal do Commons, Richard Evans:

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“As borboletas são criaturas muito sensíveis e, com os requisitos específicos do grande azul, são verdadeiros barômetros do que está acontecendo com nosso meio ambiente e com as mudanças climáticas. Criar as condições certas para que esta borboleta globalmente ameaçada não apenas sobreviva, mas também prospere tem sido o ponto culminante de muitos anos de trabalho”.

O trabalho não para!

Não pense que o trabalho para por aí! Além de conseguir ver essa espécie brotar de seus casulos, é preciso olhar por um outro lado. Para que pudessem manter esses majestosos insetos dançantes bem, foi preciso também cuidar de sua cadeia alimentar.

É preciso conseguir manter ainda, as condições de alimentos disponíveis para essa espécie. De acordo com a Butterfly Conservation Trust, foi preciso manter uma plantação de tomilho selvagem e a criação de formigas vermelhas.

No caso do tomilho, são eles as principais fontes de alimentação. Já as formigas, acabam sendo responsáveis para manter a preservação de seus casulos, quando estão expostos a certos perigos, como no caso de algumas lagartas.

Sem nenhuma dúvida, o mundo acaba ficando em festa com essa notícia!

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