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Como ser demitida foi a melhor coisa que me aconteceu neste ano

Eu sempre investi muito tempo na minha carreira — e nunca tinha passado pela experiência de ser demitida, até este ano.

Eu lembro que quando fiz meu aniversário de 15 anos já me preocupava com isso. Não quis fazer festa porque seria muito melhor estudar inglês no exterior com esse dinheiro (e foi).

Portanto, minha motivação já era sobre o que eu ia colocar em um futuro currículo. Eu estava na adolescência e já pensava sobre minhas atividades profissionais.

Então, depois disso, eu segui buscando novas oportunidades para me desenvolver e, claro, adicionar ao meu currículo.

Eu comecei a trabalhar cedo. Desde aulas de inglês até inúmeros estágios. Eu emendei um em outro e acabei perdendo muito período de férias. Grande erro. Todo mundo precisa de férias.

Hoje eu entendo como esse tempo faz diferença.

Após passar por empresas sensacionais, trabalhar com pessoas maravilhosas (nem todas) e ter experiências novas em diversas áreas…

Eu finalmente fui demitida.

Ou “desligada”, se preferir.

ser demitida melhor coisa

Todas as outras vezes que eu mudei de empresa foram por vontade própria e eu não sabia como era esse sentimento.

Finalmente eu descobri — um sentimento libertador a ponto de abrir muitas portas que nunca tive coragem de explorar.

Dessa forma, resolvi escrever aqui dez razões pelas quais ser desligada foi a melhor coisa que poderia ter acontecido no meu ano.

1. Recebi um empurrãozinho.

Eu sempre converso com um amigo sobre carreira e toda vez chego à mesma conclusão: “migo, você precisa ser demitido!”

Ironicamente, eu também precisava (e fui!). Nós nos víamos presos em uma rotina chata, sem autonomia em nossas funções, sendo “obrigados” a agir de maneira que nem sempre concordamos porque nossos superiores nos solicitaram.

Isso não agregava mais valor algum às nossas vidas. Mas, o salário é bom e paga nossas contas, né?

Thank you for reading!

Luiza Del Grande

Publicado por Luiza Del Grande

Brasileira, do interior de São Paulo com o coração mineiro. Viciada em viajar pelo mundo desde os 15 anos quando fiz minha primeira viagem sozinha. Totalmente apaixonada por pessoas e grata por todos que conheci em cada lugar que visitei. Não crio raízes, mas crio fortes laços por onde passo. Atualmente, viajando na Europa em busca de novos propósitos.

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