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Entenda o que o cérebro nos revela sobre a gratidão

Imagine que você está fugindo de uma caçada dos nazistas e é acolhido por um estranho.

Este estranho passa o inverno fornecendo comida e abrigo – até mesmo viajando para outras cidades para transmitir mensagens para os membros de sua família – mas não tem esperança ou expectativa de pagamento por sua parte.

Enquanto seus entes queridos são sistematicamente apanhados pela máquina nazista, esse estranho o mantém vivo e nutre sua fé na humanidade, oferecendo provas de que, em meio ao horror generalizado, muitos indivíduos ainda agem com compaixão e dignidade irrestritas.

Quando você pensa sobre esse estranho, o que ele arriscou, o que você recebeu – como você se sentiria?

Você pode sentir uma onda de emoção positiva, alegria pelo alívio de se preocupar com a sobrevivência e uma sensação de conexão íntima com o estranho que lhe deu esse presente.

Em conjunto, esses sentimentos podem ser descritos como gratidão.

A gratidão é celebrada na filosofia e na religião; estudos científicos recentes sugerem que ela traz benefícios significativos para nossa saúde mental e física.

Mas muito pouco se sabe sobre o que realmente acontece em nosso cérebro e corpo quando a experimentamos.

Por que isso importa?

Porque uma melhor compreensão da fisiologia da gratidão pode ajudar a identificar estratégias para aproveitar seus benefícios para a saúde e ajudar as pessoas a entenderem a importância de promover essa poderosa emoção.

O objetivo da minha pesquisa foi estabelecer as bases para entender o que acontece no cérebro quando nos sentimos gratos – e uma imagem do cérebro agradecido está começando a surgir.


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Redação

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