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19 tatuagens feitas para cobrir cicatrizes revelam histórias incríveis

Se você ainda pensa que tatuagens são puros atos de rebeldia praticados por jovens inconsequentes, está na hora de rever seus conceitos.

Por ter se tornado uma representação artística tão íntima, as razões que levam as pessoas a se tatuar são incontáveis.

Cada uma das minhas cinco tattoos, por exemplo, foram feitas em diferentes fases da minha vida e tem uma representação única para mim.

Nesse contexto, selecionamos do Bored Panda algumas coberturas de cicatrizes relacionadas a traumas, cirurgias, automutilação, entre outras histórias de superação que nos surpreenderam.

Relacionamentos abusivos, estupros, baixa autoestima e problemas de autoaceitação permeiam algumas dessas histórias deixando um alerta (em forma de conselho):

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Agora, vamos às tattoos.

#1 Cicatrizes de múltiplas cirurgias cobertas por um pássaro azul

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“Esta tatuagem, minha primeira, foi um presente para mim mesma quando eu completei 18 anos, como uma maneira de recuperar o meu corpo depois de ter sido tão mutilado pelas inúmeras cirurgias feitas após uma queda no trampolim. Eu não queria encobrir as cicatrizes cirúrgicas, porque eles eram, e são, uma parte importante de quem eu sou agora, mas eu queria transformá-las em algo que eu era motivo de orgulho, em algo bonito

#2 Cobertura de cicatrizes de automutilação

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“Meu avô abusou sexualmente de mim desde que eu era criança. Por um longo tempo, eu senti como se meu corpo não pertence a mim. Eu podia sentir seus olhos arderem em minha pele, ou o fantasma de suas mãos roçando minhas coxas. Como retaliação, comecei a mutilar as partes do meu corpo de que ele mais gostava: costelas, seios e coxas. (…) Depois da minha recuperação física, queria plantar algo bonito, onde algo antes costumava ser feio. Finalmente, é um grande conforto me ver no espelho, mesmo que a tatuagem ainda não esteja terminada. Eu estou tomando meu corpo de volta, uma flor de cada vez.”

Letícia Flores

Written by Letícia Flores

Letícia, do latim "alegria". Redatora, professora e inventadora. Escreve e dá aulas de italiano por paixão; produz conteúdo por profissão. Que sorte a desta menina, não?

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