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As 5 diferenças básicas entre o amor e o desejo (explicadas pela ciência)

Já se viu perdendo a hora falando no celular com o crush?

Cuidado! Tem sinal de sentimentos mais complexos sendo despertados por aí!

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3. Mantemos a relação em um nível de fantasia em vez de discutir sentimentos reais.

Principalmente quando não queremos nos arriscar a vivenciar um sentimento mais profundo dentro dessa relação casual que nem ousamos nomear. Nada além de um “Oi, tudo bem? Vai fazer algo hoje à noite?”.

No entanto, quando o ‘bichinho do amor’ nos pica (ou devora as nossas vísceras, dependendo da situação), queremos realmente ouvir sobre os sentimentos do outro e, consciente ou inconscientemente, passamos a agir de maneira a fazê-lo mais feliz.

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4. Queremos ir embora logo após o sexo em vez de dormir de conchinha?

Bom, o amor pode até vir a florescer dessa situação, mas, por enquanto, estamos apenas saciando nosso prazer orgânico.

Só quando buscamos modos de ter mais tempo de qualidade juntos ao invés de só fazer sexo é que percebemos as coisas mudarem aos poucos dentro do nosso coração (e não é de batimentos cardíacos acelerados o que estou falando – é de amor).

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5. Sabemos que definitivamente o rolinho é só sexual quando constatamos: somos amantes, mas não amigos.

O cara é legal, a menina é gente boa, mas o contato é definitiva e puramente com fins de transa. Até sabemos uma coisa ou outra da vida do outro, mas não estamos interessamos nos detalhes nem preocupados em ajudar.

Gozou, tá nova(o).

Já quando o frio na barriga envolve conhecer os amigos e a família da pessoa, é porque está rolando a pontinha de um sentimento que pode se transformar em amor.

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É claro que nenhuma das características acima mencionadas são um padrão rigoroso.

Essas diferenças de comportamento foram apresentadas de acordo com Judith Orloff, que acredita no desejo como um instinto de procriação que pode ou não levar ao amor, já que a volúpia sexual “geralmente desaparece quando a ‘pessoa real’ se mostra”.

Thank you for reading!

Letícia Flores

Publicado por Letícia Flores

Letícia, do latim "alegria". Redatora, professora e inventadora. Escreve e dá aulas de italiano por paixão; produz conteúdo por profissão. Que sorte a desta menina, não?

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