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Pinguim viaja todos os anos para o RJ para agradecer brasileiro que salvou sua vida

Respeito, amor incondicional, amizade e conexão.

Substantivos abstratos que comumente usamos para definir relações entre seres humanos são as primeiras palavras que nos vêm à mente quando conhecemos a história do seu João Pereira de Souza e Dindim: um homem, um pinguim e uma esperança na humanidade.

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Dindim – nome que ganhou da comunidade onde vive seu João – foi acolhido na praia de Ilha Grande, no Rio de Janeiro, com o corpo coberto por óleo, quase sem vida.

João cuidadosamente o limpou, alimentou e deixou o caminho do mar livre para que Dindim continuasse seu caminho em liberdade.

Veja o vídeo no YouTube.

A surpresa

Para a surpresa de seu João e todos que acompanharam a recuperação de Dindim, o ‘rapazinho’ resolveu ficar mais tempo do que o esperado em companhia dos seus amigos humanos.

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“Ele ficou comigo por 11 meses e depois… desapareceu!” – conta João.

No entanto, no ano seguinte Dindim estava de volta à porta de João.

De acordo com a professor de Biologia Krajewski, provavelmente Dindim acredita que João é um membro de sua família e o vê como um igual (um pinguim, no caso).

“Eu nunca vi algo como isso antes” – diz Krajewski.

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João diz que ninguém além dele pode tocá-lo.

Parece que, apesar de todo o amor, é pelo seu salvador que Dindim se afeiçoou. Por isso, contrariando sua própria natureza selvagem, o pinguim volta para seu lar na Patagônia todos os anos, mas passa boa parte do seu tempo no Rio de Janeiro, nadando, brincando e agradecendo João.

“Todos disseram que Dindim não voltaria, mas ele tem voltado para me visitar nos últimos quatro anos” – diz João.

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O amor é a resposta?

Apesar da opinião de profissionais da área que acreditam que Dindim vê seu João como um pinguim, é impossível não acreditar no amor incondicional como responsável por uma relação tão puramente doce e genuína.

Thank you for reading!

Letícia Flores

Publicado por Letícia Flores

Letícia, do latim "alegria". Redatora, professora e inventadora. Escreve e dá aulas de italiano por paixão; produz conteúdo por profissão. Que sorte a desta menina, não?

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