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Juiz gaúcho toca em banda com jovens condenados por ele mesmo. Entenda o motivo e surpreenda-se

Julgar e sentenciar jovens que cometeram os mais diversos crimes, esse é o trabalho do juiz Dalmir Franklin de Oliveira Júnior.

Ele atua na Vara da Infância e da Juventude em Passo Fundo no Rio Grande do Sul há oito anos.

Até aí nada de novo, essa é uma situação normal que ocorre em vários cantos do país.

Mas o trabalho do magistrado para recuperar jovens que infelizmente caíram na vida do crime vai muito além de emitir duras penas para serem cumpridas atrás das grades.

Você é músico ou toca algum instrumento? Se a resposta for sim, provavelmente, você gosta reunir os amigos para tirar um som. Mas e se você fosse fazer isso com alguém que você mandou para trás das grades e que te vê como um carrasco?

Pois é isso que o juiz Dalmir faz. Ele toca músicas com jovens que ele já julgou e condenou.

Você deve estar pensando: esse cara tem parafusos a menos. Mas a coisa não é bem assim.

Roqueiro e fã de Titãs e Engenheiros do Hawai, o magistrado criou há seis anos, o projeto Banda Liberdade, que oferece oficinas de música aos internos do Case (Centro de Atendimento Socioeducativo), que cumprem penas que foram determinadas por ele.

juiz banda jovens condenados 1

O juiz garante que nunca teve problemas com nenhum dos meninos que fazem parte da banda. Segundo ele, há um respeito recíproco grande.

Mais do que ser uma simples distração para os jovens que ficam muito tempo ociosos, o projeto tem uma função social. Ensina a ter um senso importante de responsabilidade, pois na banda cada um tem uma função e para a coisa funcionar cada um tem que fazer a sua função.

Rogério Fonseca

Written by Rogério Fonseca

Profissional responsável pelo desenvolvimento e gestão de conteúdo para materiais on e off line, peças e campanhas publicitárias, no desenvolvimento de estratégias de atuação em diversas plataformas de social media, gerenciar ações com novas mídias, monitoramento e gerenciamento de redes sociais.

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