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Como evitar uma vida de arrependimento: tome atitudes enquanto puder

De que você vai se arrepender mais na sua vida quando seu tempo acabar? Não cumprir seus deveres e obrigações? Ou o fracasso em seguir seus sonhos?

Uma nova pesquisa da Universidade de Cornell sugere que nossos maiores arrependimentos não têm nada a ver com nossas responsabilidades na vida.

De acordo com o psicólogo Tom Gilovich, autor principal de “The Ideal Road Not Taken”, publicado na revista Emotion, nossos arrependimentos que mais nos incomodam envolvem a falta de viver de acordo com os nossos “eus ideais”.

Basicamente, não estamos tão incomodados com os erros que cometemos, ou com as coisas que deveríamos ter feito, quanto estamos incomodados por nunca nos tornarmos a pessoa que realmente queríamos ser. Gilovich explica:

“Quando avaliamos nossas vidas, pensamos se estamos indo em direção ao nosso eu ideal, nos tornando a pessoa que gostaríamos de ser. Esses são os arrependimentos que vão ficar com você, porque eles são o que você olha através do para-brisa da vida. Os arrependimentos são buracos na estrada. Eles eram problemas, mas agora estão atrás de você.”

Tudo isso é baseado na teoria da autodiscrepância dos três ‘eus’: o eu real, o eu ideal e o eu que deve ser.

O eu real é o que uma pessoa acredita ser agora, com base nos atributos e habilidades atuais. O eu ideal é composto pelos atributos e habilidades que a pessoa gostaria de possuir um dia – em essência, seus objetivos, esperanças e aspirações.

O eu que deve ser é alguém que acredita que deveria estar de acordo com suas obrigações e responsabilidades.


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