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10 ações das crianças que parecem “malcriação”, mas na verdade não são

Aqui estão 10 maneiras nas quais as crianças podem parecer “malcriadas”, mas na verdade não são.

Quando reconhecemos os comportamentos indesejáveis das crianças como reações a condições ambientais, fases de desenvolvimento ou nossas próprias ações, isso nos permite reagir proativamente e com muito mais compaixão.

Entenda:

1. Não controlar impulsos

Não é malcriação

Você já disse ao seu filho: “Não jogue isso!” E eles jogam mesmo assim?

Uma pesquisa sugere que as regiões do cérebro envolvidas no autocontrole são imaturas ao nascer e não amadurecem completamente até o final da adolescência, o que explica por que desenvolver autocontrole é um “processo longo e lento” (Tarullo, Obradovic, & Gunna, 2009, 31).

Uma pesquisa recente revelou que muitos pais presumem que as crianças podem fazer coisas em idades mais precoces do que os especialistas em desenvolvimento infantil conhecem.

Por exemplo, 56% dos pais acharam que crianças com menos de 3 anos deveriam ser capazes de resistir ao desejo de fazer algo proibido, enquanto a maioria das crianças não domina essa habilidade até os três anos e meio ou quatro (Zero to Three, 2016).

Lembrar a nós mesmos de que as crianças nem sempre conseguem controlar os impulsos (porque seus cérebros não estão totalmente desenvolvidos) pode inspirar reações mais suaves ao seu comportamento.

2. Superestimulação

Levamos nossos filhos para uma loja, para o parque e para a peça de irmã em uma única manhã, e inevitavelmente vemos colapsos, hiperatividade ou resistência total.

Agendas cheias, superestimulação e exaustão são marcas da vida familiar moderna.


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Redação

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