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Veja porque basear sua autoestima em realizações profissionais é um erro

A sociedade contemporânea tem algumas ideias muito erradas sobre o que constitui o sucesso.

A sabedoria popular afirma que uma pessoa que frequentou Harvard é mais inteligente e melhor que alguém que frequentou Ohio State…

Que um pai que fica em casa com seus filhos contribui menos para a sociedade que um homem que trabalha em uma empresa da Fortune 500….

Que uma mulher com 200 seguidores no Instagram deve valer menos que uma mulher com dois milhões…

Esta noção de sucesso não é apenas elitista e equivocada; ela machuca aqueles que acreditam nela.

Para o meu livro, The Power of Meaning, eu conversei com muitas pessoas que definiam sua identidade e autoestima pelas suas realizações educacionais e profissionais.

Quando estas realizações são bem-sucedidas, suas vidas parecem significativas e elas se sentem felizes.

Mas quando elas fracassam ou têm dificuldades, a única coisa que deu valor à vida delas foi embora – então elas se desesperam e se convencem que não valem nada.

Escrever meu livro me ensinou que ser uma pessoa bem-sucedida não é sobre realizações profissionais ou ter mais brinquedos. É sobre ser um ser humano bom, sábio e generoso.

Cultivar estas qualidades, traz às pessoas um profundo sentimento de satisfação, o que os ajuda a encarar contratempos com resiliência e lidar com a morte em paz.

Estes são os critérios que deveríamos usar para calibrar nosso próprio sucesso na vida e o sucesso dos outros, principalmente nossos filhos.

Redefinindo sucesso

Por que basear sua autoestima em realizações profissionais é um erro


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