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Hábitos vs. Metas: os benefícios de uma abordagem sistemática da vida

Metas possuem um ponto final. É por isso que muitas pessoas se revertem ao estado anterior após atingir determinada meta.

As pessoas correm maratonas, depois param de se exercitar totalmente. Ou elas ganham certa quantidade de dinheiro e se afundam em dívidas logo depois. Outros atingem uma meta de peso apenas para estragar o seu progresso, comendo demasiadamente para comemorar.

As metas contam com fatores que nem sempre temos controle. É um fato inevitável que atingir uma meta nem sempre é possível, não importa o esforço.

Uma lesão pode arruinar uma meta de exercícios. Um gasto inesperado pode sabotar uma meta financeira. Uma tragédia familiar pode impedir uma meta de produção criativa.

Quando traçamos uma meta, estamos tentando transformar o que geralmente é um processo heurístico em um processo algorítmico.

Metas contam com força de vontade e autodisciplina. Como Charles Duhigg escreveu em “O Poder do Hábito”:

Força de vontade não é apenas uma habilidade. É um músculo, como os músculos em seus braços ou pernas, e eles ficam cansados se trabalham duro, portanto há menos força sobrando para outras coisas.”

Manter uma meta em mente e usá-la para direcionar nossas ações exige força de vontade constante. Durante períodos em que outras partes da nossa vida esgotam nossa força de vontade, é fácil esquecer de nossas metas.

Por exemplo, a meta de guardar dinheiro exige autodisciplina toda vez que fazemos uma compra. Enquanto isso, o hábito de colocar $50 em uma poupança toda semana exige pouco esforço. Os hábitos, não metas, fazem coisas difíceis serem fáceis.


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Redação

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