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Hábitos vs. Metas: os benefícios de uma abordagem sistemática da vida

Uma vez que desenvolvemos um hábito, nosso cérebro muda para tornar o comportamento mais fácil de completar. Após mais ou menos 30 dias de prática, a execução de um hábito torna-se mais fácil do que não fazê-lo.

Os hábitos são para a vida toda. Nossas vidas são estruturadas em volta de hábitos, muitos deles quase imperceptíveis.

De acordo com a pesquisa de Duhigg, os hábitos representam 40% das horas que estamos acordados. Estas ações, geralmente minúsculas, nos fazem quem somos.

William James (um homem que sabia dos problemas causados por maus hábitos) resumiu sua importância de tal forma:

Toda a nossa vida, na medida em que tem forma definida, é apenas uma massa de hábitos – práticos, emocionais e intelectuais – sistematicamente organizados para nosso bem ou mal e nos levando irresistivelmente para nosso destino, qualquer que seja este último.”

Uma vez que um hábito fica enraizado, pode durar a vida toda (a não ser que seja quebrado por alguma razão).

Os hábitos podem se combinar. Stephen Covey parafraseou Gandhi quando ele explicou:

Semeie um pensamento, colha uma ação; semeie uma ação, colha um hábito; semeie um hábito, colha um caráter; semeie um caráter, colha um destino.”

Em outras palavras, criar um único hábito pode ter um grande impacto em nossas vidas. Duhigg chama isso de hábitos angulares. São comportamentos que fazem com que as pessoas mudem áreas relacionadas em suas vidas.

Por exemplo, uma pessoa que começa a se exercitar diariamente pode acabar comendo melhor e bebendo menos. Da mesma forma, aqueles que quebram um mau hábito podem acabar o substituindo por uma alternativa positiva.


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Redação

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