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Por que pessoas bem-sucedidas são infelizes na meia-idade – e o que fazer

Escrever um livro sobre idade e felicidade trouxe muitas surpresas, mas nenhuma supera essa: Profissionais de alto desempenho parecem especialmente vulneráveis à insatisfação na meia-idade.

O típico é o Simon, um dos muitos que entrevistei.

Em seus 40 e poucos anos, ele alcançou sucesso e destaque em seu campo escolhido, a ponto de se tornar uma figura da mídia em uma grande cidade.

“Eu fiz tudo que queria fazer, na maior parte”, ele me disse.

Então ele se sente contente?

“Não. Exausto. Eu me sinto às vezes como um incrível m**** que se safou das coisas. Eu pensei em fugir para o Brasil. Mudar meu nome e me tornar um funcionário de hotel.”

Objetivamente, a insatisfação dele parece não fazer sentido, especialmente para ele. “Talvez haja algo profundamente psicológico errado comigo”, ele ponderou.

Eu tive muitas versões dessa conversa com profissionais bem-sucedidos. Era como se vencer na vida colocasse altos empreendedores em risco adicional de descontentamento.

O que, no final das contas, é exatamente o caso.

O (surpreendente) efeito do tempo na felicidade

Por que pessoas bem-sucedidas são infelizes na meia-idade

Para entender por que a meia-idade pode ser um período tão perigoso e desconcertante para os grandes empreendedores, começo com uma descoberta científica recente:

Para a felicidade, o tempo é importante – mas não da maneira que você provavelmente pensa.

Em geral, supomos que o tempo é um pano de fundo emocionalmente neutro para a vida: que o relógio apenas passa, e nossas circunstâncias e personalidades determinam nossa satisfação com a vida.


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