O GAMBITO DA RAINHA: 10 motivos irresistíveis que te farão querer maratonar

Pronto para conhecer uma das melhores séries de sua vida?

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No Brasil, como sendo um país repleto de pessoas que transbordam humor, esse novo sucesso entre as séries lançadas recentemente pela Netflix acabou sendo alvo de vários memes.

Mas não os culpamos. Dessa vez não, não é mesmo? Sendo uma estratégia bastante conhecida por quem curte e tem o xadrez como algo que vai além do passatempo, O Gambito da Rainha se refere à uma jogada, em específico, uma saída inicial.

E isso fez com que muitas pessoas que ouvissem a palavra “gambito” a revertesse por uma gíria bem comum entre os brasileiros chamada “cambito“, que se refere supostamente a quem possui pernas mais finas.

Mas voltando ao assunto principal – e brincadeiras à parte -, O Gabito da Rainha vem conquistando milhares de assinantes da Netflix nas últimas semanas.

Com todo valor merecido, vem ficando em primeiro lugar em vários dias seguidos, como a série mais assista em todo país nos últimos dias. E como verdadeiros fãs de qualidade, aprovamos a repercussão.

Para te fazer caia na tentação dessa maratona, separamos então, 10 motivos que podem ser básicos – e depois de assistir será bem mais que isso – , para te fazer maratonar essa série que vem fazendo tanto sucesso, mesmo falando de um esporte padrão. 

Motivos para assistir O Gambito da Rainha

1 – Xadrez pode ser mais divertido do que você pensa

Pensando que xadrez é apenas mover suas peças para frente até fazer um xaque-mate? Depois de assistir O Gambito da Rainha, conhecer movimentos, estratégias, sacrifícios, valores de peças e até mesmo jogar com o psicológico, você vai querer comprar um tabuleiro para ontem.

Beth Harmon demonstra interesse quando chega a ver tabuleiro pela primeira vez – e sua descrição é mesmo incrível. Analisando de longe, começa a jogar ainda em sua infância, e logo se mostra ser um prodígio apaixonado pelas cores das casas.

Sem contar também que é bastante legal ver os nomes de cada capítulo da série. Você vai querer saber como funciona cada uma delas quase de forma automática.

2 – Os diferentes valores que cada pessoa possui

O xadrez pode ser um esporte legal para quem busca ter disciplina, melhorar atenção, passar tempo… Mas para outros…

Seja considerado como esporte, jogo ou até mesmo arte, quem leva a sério cada partida tem muito o que falar bem sobre o que se está fazendo em suas jogadas.

E ainda que você não saiba, o xadrez é mais superestimado – e existem mais torneios – do que você imagina.

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3 – A personalidade única de uma pessoa não precisa ser um problema

Conforme o passar dos episódios, você percebe que nem todos os jogadores de xadrez que vão aparecendo no decorrer seguem um padrão de pessoas intelectuais.

Pelo contrário, começando pela própria Harmon, que acabou sendo uma das poucas mulheres da série, cada pessoa define o seu amor pelo xadrez de forma diferente. E é sensacional ver cada uma delas.

4 – Histórias e personagens que são reais reacendem na série

Acreditamos que apenas uma minoria conhecerá os grandes nomes citados na série que de fato foram os grandes mestres de xadrez.

Pensando em trazer algo além da ficção, a produção feita a partir do roteiro do Allan Scott (indicado ao Oscar por Logan em 20017) procurou trazer especialistas em xadrez para por a mão na massa.

Ou seja, o que parecer loucura para você, são muitas das estratégias reais usadas por enxadristas do mundo todo.

5 – A saúde físico e psicológico para se fazer qualquer coisa

Não pense que Beth é um personagem perfeito. Mesmo sendo um gênio nas jogadas, a mestre chega a passar por muitas situações em que precisa manter a calma.

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Isso pode ser visto principalmente durante as partidas importantes, em seu relacionamento com a mãe biológica e sua mãe adotiva. É preciso se manter saudável nos dois aspectos.

6 – Lugar de mulher é onde ela quiser e não é um clichê feminista

Ainda que, pela época em que se passa – que é nos anos 50-60, a abordagem feminina em relação a aceitação de mulheres em torneiros tenha sido pouca, Beth demonstra não se importar nem um pouco em ser uma mulher no meio de competidores homens.

E para uma época onde isso não era nada comum, a abordagem central sobre o tema tenha sido bem fraca. O que nos leva a crer, que de fato o seu foco está sempre nas demais perspicácia da garota prodígio que acabou revolucionando o xadrez.

7 – Disciplina pode ser uma coisa que te levará longe

As partidas envolvem tempo. Levando para o lado pessoal, os participantes sempre procuram se regrar em relação aos componentes de sua jogada.

Conforme os episódios vão se passando, isso é dispensado e levado como algo comum.

8 – Perseverar por suas realizações e metas é conquistar sonhos

Se tem ma coisa que a Beth Harmon ensina em toda a série, é não desistir. Mesmo passando por etapas e torneiros desafiadores, ela estuda os adversários e ainda que perca, não desiste.

Um outro personagem bem interessante é uma criança que se torna seu oponente já quando adulta – você se apaixonar pelo rapazinho do drive-in sim!

9 – Os vícios podem se estar em um lugar onde menos se espera

Desde criança, Harmon fica viciada em remédios para buscar nas alucinações formas de estudar o tabuleiro. Seguindo o mesmo caminho que a mãe adotiva, logo em seguida começa a passar dos limites com a bebida.

E em um episódio, um adversário mundial chega a levantar o alcoolismo de Beth como um ponto fraco para conseguir vence-la. A partir daí, pode imaginar o final desse enredo.

10 – A leitura sempre se mostrando como um hábito indispensável

E antes de mais nada, sendo uma garota bem peculiar em suas determinações, Beth não para de ler. Vezes ou outra, o que faz é está sempre lendo coisas novas, estratégias antigas, estuda passos, fraquezas e sempre está com um livro nas mãos.

Para quem curte série em que os personagens possuem a determinação como escolha exemplar, O Gambito da Rainha com muita certeza é uma pedida sem nenhum erro.

Está pronto para se apaixonar também? Não perca tempo e maratone já!

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