in , ,

Eu que odiava salada fiquei apaixonada por essa horta orgânica do interior

São inúmeros os setores da sociedade que nos alertam para a nossa nutrição.

Apesar de mantermos uma dieta de quantidade, quando analisamos a origem de tudo o que comemos, levamos um baita susto (imagine o nosso organismo quando recebe os alimentos que nós escolhemos ingerir).

E quase sempre nos justificamos com a clássica desculpa: “Não tenho tempo para me alimentar bem“.

img_4446

Abrindo o apetite antes do almoço, Ceci colheu duas cenouras, limpou-as com uma folha de couve e as comemos deliciosamente!

img_4447

img_4448

Maior que a minha mão! :-O

img_4449

Hmmmmmm… Ainda posso sentir o gostinho adocicado e terroso dela!

img_4451

De acordo com Ceci, os agrotóxicos intoxicam os alimentos e reduzem a capacidade de absorvermos seus nutrientes.

Como resultado dessa mistura contemporânea de fast food e short time (comida rápida e tempo curto), vivemos uma fast-short-life: uma vida rápida, curta e, desastrosamente dolorosa.

Passamos boa parte do nosso tempo trabalhando para conseguir o dinheiro que vai nos manter tomando vários remédios quando nos aposentarmos.

A reflexão proposta pela Ceci é:

Por quê?

Você pode ter respondido “Simples, porque é assim que tem que ser. Não existe escolha”.

Este é um pensamento comum que também já fez parte do meu repertório de vitimismo social.

Esse é o modelo de pensar que mantém seres humanos se alimentando precariamente nas grandes cidades enquanto outros 925 milhões de humanos passam fome longe da nossa bolha do American Way of Life.

Esse é o pensar que sustenta, consequentemente, doentes em filas de postos de saúde que sequer têm consciência para observar que a maioria das suas doenças podem ser curadas quando reconhecemos o que o nosso próprio corpo precisa.


Recomendamos para você:

Letícia Flores

Written by Letícia Flores

Letícia, do latim "alegria". Redatora, professora e inventadora. Escreve e dá aulas de italiano por paixão; produz conteúdo por profissão. Que sorte a desta menina, não?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Como são feitos os ursinhos de gelatina? (Spoiler: não é nada bonito!)

Jikka: a casa para idosos construída nas montanhas do Japão