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Eu que odiava salada fiquei apaixonada por essa horta orgânica do interior

Assim que a horta voltou para suas origens, em 2013, Ceci começou o processo de divulgação de seus produtos e da sua filosofia de vida por meio das redes sociais, com a ajuda de Marcelo Sambiase, que, nas palavras dela mesma, foi o anjo que os guiou em cada um dos passos para que a horta se tornasse o sucesso que é hoje.

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Ceci me mostrando quantas sementes uma simples mostarda é capaz de nos oferecer. “E ainda tem gente passando fome no mundo, dá pra acreditar?”, diz ela.

Trabalhando com todo o seu amor, fazendo inúmeros cursos de olericultura (cultivo de orgânicos), de animais peçonhentos, pragas, solo, mudas etc, Ceci e Reinaldo foram criando uma atmosfera que atraiu os olhos da Emater (Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural), da Hidroex/Unesco e dos estudantes da Unesp de Rio Preto, que se tornaram os primeiros fregueses da Mandalla.

Hoje, a horta orgânica atende mais de sessenta famílias da região de Rio Preto semanalmente (incluindo a minha!) e recebe vários grupos de pessoas interessadas em conhecer mais sobre a agricultura orgânica, fazer cursos e tomar um café fresquinho debaixo da árvore, com os pés no chão e lambidas dos amigos Billy e Bethoven.

“As respostas estão nas raízes”

Se preferir, veja o vídeo no YouTube.

Passar a manhã na Horta Mandalla, receber semanalmente seus produtos – que, hoje, me inspiram a comer legumes, verduras e frutas todos os dias -, ser agraciada pela companhia das crianças, dos cachorros, das abelhas e das borboletas, além de ganhar um almoço com cheirinho de fazenda, é ter a certeza de que realmente nós temos escolha, sim!


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Letícia Flores

Written by Letícia Flores

Letícia, do latim "alegria". Redatora, professora e inventadora. Escreve e dá aulas de italiano por paixão; produz conteúdo por profissão. Que sorte a desta menina, não?

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