Cientistas alertam que sexo com robôs pode ser perigosamente bom

O perigo é se tornar um vício.

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Hoje, 06/09, comemora-se o Dia do Sexo.

Neste ano, entretanto, o dia vem acompanhado de uma descoberta surpreendente: a busca pela inovação em quatro paredes pode acabar em vício pelo sexo robótico.

Não é novidade que casais no mundo todo procurem algo diferente para manter a chama do desejo acesa, mas, de acordo com Joel Snell, um pesquisador americano, a loucura pelo sexo robótico pode ser perigosa.

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Trocando em miúdos, o que Snell argumenta é que parceiros robôs, diferentemente dos humanos, estão prontos e dispostos a proporcionar uma ótima relação sexual a qualquer hora do dia.

 A realidade íntima aumentada

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Robôs não precisam estar em um relacionamento e é bem provável que ele não vá criticar a sua barriguinha de estimação, muito menos sua celulite.

(A não ser que você esteja em um caso com Ava, a robô mais linda e mais humana que muita gente por aí, do filme Ex-Machina.)

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Portanto, o risco de se viciar nesse tipo de relação quase que perfeita é bem alto.

Robôs não traem seus parceiros

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“As pessoas podem se tornar obcecadas pelos seus amantes robôs, que são fiéis e sempre dão prazer ao parceiro”, avisa o pesquisador de Kirkwood College. “As pessoas tendem a reajustar suas vidas para acomodar seus vícios.”

Como se “os benefícios” acima não fossem suficientes, ter um parceiro robô também significa dizer exatamente o que te agrada ou desagrada na cama, sem precisar ter qualquer tipo de pudor.

Para muita gente isso é uma vantagem e tanto!

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Mas, o que realmente está por baixo dos panos?

Os cientistas já haviam alertado que, em um futuro muito próximo, adolescentes podem iniciar suas vidas sexuais com um robô e que esse tipo de sexo elimina o risco de doenças sexualmente transmissíveis.

Versões menos sofisticadas dos robôs já estão firmes e fortes (trocadilho acidental) entre os casais: não é à toa que os sex shops estão cada vez mais abarrotados de brinquedos sexuais motorizados. Porém, em alguns casos, os “brinquedos” sexuais seguem sua denominação literal.

Esse rapaz, Murray, por exemplo, namora bonecas desde que seu terceiro casamento terminou, em 2008.

Ele confessa que levou mais de um ano para aprender como ter relações sexuais com uma boneca, mas, agora que pegou o jeito, diz que uma boneca pode levar alguém a um êxtase jamais sentido antes.

Medo da rejeição, do fracasso, da solidão? O que leva uma pessoa a preferir um parceiro artificial a um humano?

O terapeuta sexual Gurpreet Singh diz:

“Quem somos nós para julgar as pessoas que querem manter relações sexuais com robôs?”

Fonte: nypost.com.

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