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A beleza de não fazer nada

Eu fiz uma bagunça ontem.

A bagunça ainda está lá.

Quem sabe quando a bagunça vai desaparecer?!

Essa bagunça me proporcionou um daqueles pratos agradáveis ​​de comida que perduram na mente muito depois da última mordida.

Mas esta história não é sobre a arte de se alimentar.

É sobre pratos sujos e roupas desdobradas.

E também um pouco sobre o potencial não realizado e a beleza de viver no talvez.

Eu tenho vivido um tanto ineficiente ultimamente.

As listas de tarefas foram decorando o interior da minha lixeira.

Eu tenho medido meu progresso pela quantidade de cochilos, e perdido a oportunidade de desenvolver minha produtividade, porque produtividade requer esforço concentrado.

E ultimamente, meu esforço tem sido derramado para todos os lados, desperdiçado um pouco aqui e um pouco ali.

Decidi conscientemente usar meu tempo de forma superficial, mergulhando e saindo da ociosidade.

nao fazer nada que bom
Crédito: Thomas | Pexels.

Essa nova maneira de organizar meus dias ainda parece muito fresca e crua para mim.

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Ela vem depois de anos de otimização de todos os aspectos da minha vida.

Antigamente, eu organizava minha vida em intervalos de 1 hora na tentativa de moldar uma carreira, um corpo, e até um relacionamento perfeitos.

Eu acompanhei meu sucesso em uma planilha minuciosa de horas. E eu tive sucesso (ou pelo menos era o que eu pensava).

Estava passando de uma realização para outra e sempre me esforçando para ser, fazer e ter mais.

Redação

Written by Redação

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