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Entenda como incorporar a resiliência em seu cérebro de forma simples

Um inverno, fui acampar com meu amigo Bob, em uma área rural perto do Parque Nacional Sequoia. Depois de passar o dia subindo a ladeira pela neve profunda, estávamos exaustos, mas precisávamos montar o acampamento.

Quando a temperatura caiu rapidamente, Bob começou a tremer incontrolavelmente. Ele havia empreendido tanta energia sem se reabastecer que estava perto da hipotermia, o primeiro estágio do congelamento até a morte.

Nós nos apressamos para arrumar a barraca, entrar em nossos sacos de dormir, acender o fogão, beber água quente e comer comida quente – e logo os dentes de Bob pararam de tremer.

Felizmente, tivemos a resiliência suficiente para superar essa desventura. Recursos mentais como calma e coragem nos mantinham firmes enquanto éramos atingidos por temperaturas congelantes.

E estes são os mesmos tipos de recursos que todos nós podemos usar para nos ajudar a lidar e superar obstáculos em nossas próprias vidas.

Mas como os cultivamos? A chave é saber como transformar experiências passageiras em recursos interiores duradouros incorporados em nossos cérebros.

Eu ensino essa habilidade – chamada de neuroplasticidade positiva – no meu novo livro, Resilient: How to Grow an Unshakable Core of Calm, Strength, and Happiness (escrito com Forrest Hanson).

Embora não seja uma solução rápida, você pode mudar seu cérebro para melhor, trabalhando da mesma maneira que trabalharia um músculo.

À medida que você se torna mais resiliente diante dos desafios da vida, você se move em direção a um bem-estar maior e se afasta do estresse, preocupação, frustração e mágoa.


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