10 mulheres cientistas que você provavelmente não as conhece - mas deveria
10 mulheres cientistas que você provavelmente não as conhece - mas deveria

10 mulheres cientistas que você provavelmente não as conhece – mas deveria

Nossas grandes inspirações!

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A história da ciência às vezes pode ser lida como um compilado de nomes masculinos. E as mulheres cientistas? Você já ouviu falar delas?

Mas, sim, houve muitas mulheres incríveis e inspiradoras que mudaram nossa compreensão do mundo ao nosso redor.

Durante séculos, as mulheres deram contribuições importantes para as ciências.

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Infelizmente, em muitos casos, demorou muito para que suas descobertas fossem reconhecidas – algumas sequer o foram.

Essas pioneiras são gigantes. Mulheres cientistas que superaram barreiras altíssimas e mudaram o mundo!

1. Caroline Herschel

  • Astrônoma, ela foi a primeira mulher a descobrir um cometa.
  • Em reconhecimento por seu trabalho, foi contratada pelo Rei George III, em 1787, como assistente, tornando-a a primeira mulher a ser paga por trabalhos científicos.
  • No total, ela descobriu 14 novas nebulosas, oito cometas e adicionou 561 novas estrelas ao Atlas Coelestis de Flamsteed.

2. Hedy Lamarr

Foto: Everett Collection
  • Atriz, nascida judia em Viena, ela ajudou sua mãe a fugir da Áustria.
  • Depois de um casamento curto e infeliz com um traficante de armas, ela foi descoberta por Louis Mayer, que a levou para Hollywood e a classificou como “a mulher mais bonita do mundo”.
  • Porém, ela estava entediada com os papéis que recebia, então, em seu tempo livre, ela começou a inventar coisas.
  • Em 1941, ela projetou a tecnologia que manteve os submarinos em curso e ainda hoje é usada no Bluetooth – e ainda apareceu em três filmes de sucesso.

3. Maria Merian

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  • Naturalista e ilustradora científica alemã, ela estudou o ciclo de vida das borboletas.
  • Antes de Merian, a maioria das pessoas acreditava que as borboletas “nasciam da lama”, geradas espontaneamente da terra.
  • Ela foi uma das primeiras naturalistas a observar os insetos diretamente, dando-nos uma visão notável da maneira como eles realmente viviam.
  • Embora ela tenha emergido como uma das principais entomologistas de sua época, suas notáveis ​​descobertas sobre a metamorfose dos insetos foram ignoradas por muitos cientistas.
  • Muitas de suas classificações ainda são válidas hoje e suas pinturas requintadas de plantas, animais e insetos foram amplamente admiradas ao longo dos séculos.

3. Ynes Mexia

  • Ela inicialmente planejou se tornar freira.
  • Suportou dois casamentos breves e malsucedidos e fez trabalho social em San Francisco antes de se matricular, aos 51 anos, na Universidade da Califórnia, em Berkeley.
  • Quando morreu, 17 anos depois, ela havia se tornado uma das botânicas mais intrépidas e talentosas da América do Norte.
  • Em sua carreira curta, mas prodigiosa, ela coletou cerca de 150.000 espécimes de plantas no oeste dos Estados Unidos, México, Alasca e América do Sul.

4. Mary Anning

  • Mary Anning começou a procurar fósseis nas falésias de Dorset, na Inglaterra, como forma de renda extra, mas aos 12 anos fez várias descobertas que abalariam o mundo científico.
  • Ela encontrou o primeiro fóssil de ictiossauro e os dois primeiros esqueletos de plesiossauro.
  • Ao longo de sua vida, ela fez muitas observações que levaram a uma nova compreensão revolucionária das criaturas pré-históricas.
  • Mas ela nunca pôde participar de uma vida científica plena por causa de seu gênero.
  • Ela era inelegível para ingressar na Sociedade Geológica de Londres, embora suas descobertas tenham sido essenciais para preparar o terreno para Charles Darwin e sua articulação da teoria da evolução…
  • O que ocorreu uma geração mais tarde.

5. Barbara McClintock

  • Ela passou toda a sua carreira analisando milho.
  • Na década de 1930, desenvolveu uma técnica de coloração que lhe permitiu identificar, examinar e descrever os cromossomos individuais das espigas.
  • Pode parecer uma escolha incomum de estudo, mas, para um geneticista, o milho é uma mina de ouro de informações.
  • Cada planta pode criar grãos de cores diferentes, com seu próprio padrão genético.
  • Foi somente em 1983, quando McClintock recebeu o Prêmio Nobel de Medicina, que a comunidade científica começou a reconhecê-la.

6. Grace Hopper

  • Após o ataque de Pearl Harbor, ela deixou o cargo de professora no departamento de Matemática da Vassar College para ingressar na Marinha.
  • Ela era considerada magra demais para a Marinha, e, aos 35 anos, velha demais.
  • Quando alistada, ela foi uma das primeiras a programar o Harvard Mark I, o primeiro computador dos Estados Unidos.
  • Logo depois, Hopper começou a trabalhar no desenvolvimento do UNIVAC I, o primeiro computador comercial.

7. Henrietta Leavitt

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  • Hoje, um computador é uma máquina, mas, na época de Leavitt…
  • O termo se referia a um grupo de astrônomas que haviam sido contratadas por Harvard para analisar dados de seu observatório.
  • Edward Charles Pickering, que contratou Leavitt, designou-a para observar estrelas variáveis: essas estrelas brilhavam e escureciam em intervalos previsíveis.
  • Leavitt identificou e classificou mais de 2.400 dessas estrelas.
  • Descobriu ainda que havia uma relação entre o período e a luminosidade de um tipo particular de estrelas variáveis, as Cefeidas.
  • Essa descoberta mudou a forma como os astrônomos viam o universo.

8. Alice Ball

  • Em sua curta vida, a química afro-americana Alice Ball revolucionou o tratamento da hanseníase (lepra).
  • Ball foi a primeira mulher e a primeira afro-americana a receber um título de mestre na Universidade do Havaí.
  • Enquanto estava lá, o Dr. Harry Hollmann pediu-lhe ajuda para analisar o óleo de chaulmoogra, que se mostrou promissor como um tratamento para a lepra.
  • Na época, havia uma crescente crise de saúde pública no Havaí, mas era difícil usar o óleo com eficácia.
  • Ball desenvolveu uma forma de isolar os princípios ativos do óleo, permitindo que eles fossem injetados.
  • Tragicamente, Ball morreu de uma doença antes que pudesse publicar seus resultados, e outro químico os publicou sem dar crédito a ela.

9. Chien-Shiung Wu

  • Wu nasceu na China, mas, por recomendação de um de seus supervisores…
  • Ela partiu para os Estados Unidos em 1936 para cursar a Universidade de Michigan – um doutorado em física nuclear.
  • No entanto, quando soube que as mulheres não podiam usar a entrada principal em Michigan, ela mudou seus planos e foi para a Universidade da Califórnia, em Berkeley.
  • Como parte do Projeto Manhattan durante a Segunda Guerra Mundial, ela ajudou a desenvolver o processo de separação do urânio em vários isótopos.
  • Ela é mais conhecida por conduzir o Experimento Wu, que refutou uma hipotética lei física chamada de conservação da paridade.
  • Seu experimento abriu caminho para que vários de seus colegas ganhassem o Prêmio Nobel de Física em 1957, embora o Comitê Nobel tenha negligenciado suas contribuições.
  • Em sua carreira posterior, ela também falou abertamente sobre o sexismo nas ciências.

10. Marie Tharp

  • Quando Tharp nasceu, as placas tectônicas eram consideradas uma teoria maluca, mas ela provou que os céticos estavam errados.
  • A cartógrafa americana que criou os primeiros mapas científicos do fundo do oceano tinha um mestrado em Geologia e um segundo diploma em Matemática.
  • Porém, durante os primeiros 18 anos de sua parceria com Bruce Heezen para mapear o fundo do oceano, ela se restringiu a apenas desenhar mapas.
  • Isso porque as mulheres não eram permitidas nos navios oceânicos que coletavam dados.
  • Ela também extraiu dados independentemente de outras fontes de informação para criar mapas precisos.
  • Esses mapas revelaram a existência da Cadeia Dorsal Mesoatlântica, evidência clara da teoria das placas tectônicas e deriva continental.
  • Os mapas de Tharp causaram um debate acalorado, mas Tharp continuou trabalhando.