Estudante se torna a primeira pessoa com paralisia cerebral a se formar na unidade do Litoral da Universidade Federal do Paraná

Fonte de inspiração!

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A menina que segundo o médico, não iria andar, nem falar, que seria um “alface” retirou hoje seu diploma de educadora geógrafa”. Foram com essas palavras que a geógrafa pela UFPR escreveu o primeiro parágrafo de um post na sua conta oficial do Instagram comemorando a formação acadêmica.

Primeira pessoa com paralisia cerebral a se formar na unidade do Litoral da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Emanuelle Aguiar de Araújo – ou Manu Aguiar como é carinhosamente conhecida – compartilhou a conquista em sua rede social e viralizou. A postagem recebeu inúmeros comentários carinhosos e cheios de incentivo.

Ops, caiu uma lágrima aqui. Parabéns vc nos faz acreditar a cada dia mais nos milagres do Senhor Jesus, e que tudo é possível, minha bebê nasceu prematura extrema, foi diagnosticada com PC, no começo foi um verdadeiro desespero, mas vendo vc acredito que Deus tem poder para fazer milagres”, escreveu uma seguidora. “Manu você é fonte de inspiração! Brilhante trajetória que tenho certeza que só crescerá ainda mais!”, comentou outra internauta.

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Te interessa?

Devido a às condições que precisou enfrentar ao longo da vida por ser uma mulher com deficiência, Manu pesquisa inclusão, acessibilidade, sexualidade e capacitismo e também é presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado do Paraná (Coede/PR).

De acordo com a UFPR, Manu é a primeira estudante com paralisia cerebral a se formar no Litoral, na unidade localizada em Matinhos. Além dela, outras duas pessoas com a mesma condição também se formaram pela instituição, sendo uma mulher graduada em Pedagogia em 2003 e um mestrando em Educação e que hoje é gestor de inclusão na Secretaria de Educação do Amapá.

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A CONSCIENTIZAÇÃO NUNCA PARA

Recentemente, Manu esteve na cidade de Prudentópolis – PR para participar do 4° Fórum Estadual da Família promovido pela Coordenadoria da Família do Conselho Estadual do Paraná. No evento, ela realizou uma palestra sob o tema “A importância da família na construção da autonomia da pessoa com deficiência para a promoção da inclusão e acessibilidade“.

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Em seu Instagram, a geógrafa compartilhou o momento e escreveu: “Fomos ensinados ao longo da história da humanidade que a deficiência é um desvio ou uma penitência de pecados que cometemos, essa mudança de paradigma de que o erro está na sociedade que não inclui e não acolhe as diversidades humanas é um trabalho constante. E esse é o meu trabalho, fazer que a sociedade comece a pensar a deficiência através do Modelo Social e não do modelo médico”.

Graças às redes sociais e a educação, hoje podemos ver cada vez mais pessoas com diferentes deficiências conquistando o seu lugar na sociedade e mostrando que o preconceito não tem vez!

Recentemente falamos aqui no Awebic sobre a estudante de comunicação social Isabella Savaget, de 20 anos, que tem mais de 870 mil seguidores no TikTok e compartilha o seu dia a dia de mulher com paralisia cerebral. O objetivo da conta é quebrar estereótipos e preconceitos que existem contra as pessoas com deficiência.

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Fonte: RIC MAIS.

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