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11 resoluções para orientar a vida em 2020 e além

O professor Clyde S. Kilby distribuía cópias mimeografadas deste “guia” aos seus alunos no início de cada semestre.

1. De vez em quando, olharei para trás, com o frescor da visão que tinha na infância, e tentarei ser ao menos por algum tempo, nas palavras de Lewis Carrol, “a criança da fronte pura e límpida e olhos sonhadores de pasmo”.

2. Pelo menos uma vez por dia contemplarei o céu com toda a calma e me lembrarei de que eu, uma consciência consciente, estou num planeta a viajar no espaço repleto de coisas extraordinariamente misteriosas acima de mim e ao meu redor.

3. Em vez da ideia comum de uma mudança evolutiva interminável e aleatória à qual nada podemos acrescentar nem da qual nada podemos subtrair, imaginarei o universo regido por uma Inteligência que, como disse Aristóteles acerca do teatro grego, requer início, meio e fim. Acho que isso me livrará do cinismo expresso por Bertrand Russel antes de sua morte, quando disse: “Há trevas exteriores e, quando eu morrer, haverá trevas interiores também. Não há esplendor, nem vastidão, só a trivialidade do momento e, depois, o nada”.

4. Não cairei na falsidade de que este dia, ou qualquer dia, são meramente outras 24 horas vagas e arrastadas; antes, acreditarei que são um acontecimento único e, assim espero, repleto de potencialidades preciosas. Não serei tolo o bastante para imaginar que os problemas e o sofrimento são parênteses maus em minha existência; compreenderei, isto sim, que são como escadas para subir rumo à maturidade moral e espiritual.


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