Com 80% do pulmão comprometido, mãe dá à luz intubada e vê bebê após 40 dias

Uma historia de esperança que nos enche de amor!

Com 80% do pulmão comprometido, mãe dá à luz intubada e vê bebê após 40 dias
Com 80% do pulmão comprometido, mãe dá à luz intubada e vê bebê após 40 dias

O que mais precisamos na vida, é ter uma esperança que não pode ser abalada. Essa mãe nos deu mais uma história para acreditar que coisas boas acontecem sempre.

Brenda Keury Vieira, 26 anos, é uma mamãe batalhadora que vive em Rondônia. Quando soube que estava com Covid-19, ela rapidamente procurou ajuda médica.

E ao chegar no hospital, já no dia seguinte, precisou urgentemente ser intubada porque estava com 80% do pulmão comprometido pela doença e ficou na Unidade de Terapia Intensiva.

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Ao ser transferida para o Hospital Regional do Baixo Amazonas, em Santarém, no Pará, Brenda apresentava muitas complicações que estavam colocando sua vida em risco.

Estando com apenas 7 meses de gravidez e por ter obesidade, outras complicações começaram a surgir e a Brenda começou a ter problemas para respirar. Foi quando as equipes obstetrícia e neonatal indicaram a cesariana.

Para os médicos que cuidavam da mamãe e da filhinha, a melhor escolha naquele momento era fazer um parto cesário de emergência para garantir que ambas ficassem bem.

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Sem poder conhecer sua filhinha no momento do parto, as lutas dessa mãe precisaram continuar assim, separada da sua pequena por não poder se aproximar dela.

De acordo com a médica intensivista do HRBA, Lívia Corrêa e Castro, quando a Brenda soube que a sua pequena Luna tinha nascido, tudo acabou mudando.

“A partir do momento que a Brenda soube que a bebê estava viva, teve ainda mais forças para lutar. É uma verdadeira história de superação”, contou Lívia.

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Os dias mais ansiosos que essa mãe teve

Quando a pequena Luna nasceu, ela estava com apenas 1,3 kg e precisou de aparelhos para conseguir respirar. Estando na UTI Neonatal, aos poucos, conseguiu se mostrar mais e mais forte.

Valdenira Cunha, médica neonatologista do HRBA, fazia questão de fazer videochamadas com Brenda para que ela pudesse acompanhar de alguma forma as melhoras que sua bebê tinha.

Sem atestar positivo para Covid, Luna reagiu bem ao tratamento que foi se mostrando cada vez mais forte, com peso e condições ideais para se manter sem aparelhos.

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E quando finalmente a mamãe pode se aproximar com segurança dela, sem o vírus, aquele momento foi o mais emocionante que já pode sentir. Para Brenda, tudo só lhe fazia sentir a necessidade de agradecer pelas bençãos que teve.

“Agora só quero agradecer a Deus porque é muita felicidade. É uma princesa da mamãe”, disse ao poder finalmente ter a sua garotinha nos braços.

Fonte: Revista Crescer

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