Hospital faz sucesso contratando doguinhos como enfermeiros

Tem como não amar?

Hospital faz sucesso contratando doguinhos como enfermeiros
Hospital faz sucesso contratando doguinhos como enfermeiros
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Ter medo de vacina é algo bem comum entre as crianças e até entre os adultos. Mas um hospital encontrou uma solução inovadora para lidar com o problema.

Com o surgimento do imunizante de combate ao vírus da COVID-19 e a necessidade de vacinação da população, um dos problemas levantados foi o medo de vacina por parte de algumas pessoas. 

Uma das soluções encontradas pelo hospital infantil de San Diego, nos Estados Unidos, foi o uso de cachorrinhos para acalmar as crianças.

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Os animaizinhos acompanham os pacientes durante todo o atendimento. Seja a vacina contra a COVID-19 ou qualquer outra doença, o cãozinho está lá para dar todo o suporte necessário.

A ideia do hospital não foi apenas fofa, mas efetiva. É impressionante a quantidade de crianças que se sentem mais confortáveis tendo ao seu lado um companheiro de quatro patas. 

Imagem: REUTERS/Mike Blake

“Isso me ajudou porque eu nunca tomei uma vacina contra a Covid antes e não sabia como era. Mas quando eu vi o cachorro, me acalmei”, disse Avery, que tem medo de vacinas, mas que teve o suporte da cadelinha Ollie. Como nunca antes, a furadinha não teve o som de seu choro como plano de fundo.

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Os cachorros enfermeiros

O hospital conta com uma equipe formada por 14 “cachorros-terapia”, treinados para acalmar crianças em momento de pânico. 

Eles a princípio foram adotados apenas para levar alegria ao hospital e servir de companhia aos pacientes, mas com o surgimento da pandemia os diretores também passaram a ver a utilidade do animal no suporte às criancinhas que têm medo de agulha.

Imagem: REUTERS/Mike Blake
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 Alguns relatam que os cães não ajudam apenas pacientes, mas servem de companhia e aconchego para os pais que esperam pela alta dos filhos e afligem-se em vê-los sofrerem. 

“Às vezes, um pai diz: ‘Ele está dormindo depois da cirurgia, mas posso fazer carinho no cachorro?’ Eles abraçam os doguinhos e se sentem melhor”, conta Kristin Gist, 75 anos, tutora do Ollie, voluntária do programa e ex-diretora do hospital.

A direção do Projeto conta que são realizadas mais de 20 mil visitas caninas e que durante a pandemia elas foram interrompidas. O primeiro sintoma da ausência delas no hospital foi o tédio das crianças.

“Não tinha nada. Estava silencioso. As crianças estavam entediadas”, disse Carlos Delgado, porta-voz do hospital. “Então, graças a Deus, conseguimos começar a trazer o programa de volta. Mesmo uma visita de três minutos com um cachorro faz a diferença para o dia deles.”

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O melhor amigo do homem ataca novamente, agora de enfermeiro, e usa a sua alegria e companheirismo para levar calma, tranquilidade e leveza para as crianças que estão internadas em hospitais. Como também aliviar a ansiedade e o medo daquelas que vão se vacinar. 

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