Jovens com deficiência são escolhidas rainha, princesa e miss em festa de rodeio

Iniciativa incrível!

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A inclusão e o respeito às diferenças chegaram à festa do rodeio! Em Mozarlândia, cidade do interior do estado de Goiás, três adolescentes com deficiência foram escolhidas como rainha, princesa e miss simpatia.

A rainha é a Bruna Mayara Alexandre da Silva, de 19 anos, que tem microcefalia. Já a Karolayne Ferreira Tavares, de 18 anos, tem Síndrome de Prader-Willi e foi escolhida como princesa.

Por fim, o posto de miss simpatia foi para Sarah Duvallier Silva, de 19 anos, que tem deficiência intelectual. Além disso, três adolescentes e um adulto com deficiência foram bandeirantes no rodeio. Demais, não é mesmo?!

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Um rodeio que será sempre lembrado (imagem: Apae Mozarlândia/g1)

Isso foi possível graças a uma parceria entre a prefeitura da cidade e a Apae, que foi convidada a participar do evento.

As meninas ficaram muito felizes e emocionadas, quase não conseguiram falar de tanta emoção. É importante, porque eles não eram vistas pela sociedade, as pessoas passam por eles e fingem que não existem”, disse, ao g1, a presidente da Apae, Mariana Figueiredo Alves.

Com essa iniciativa, os organizadores fizeram do dia do rodeio uma data especial que ficará para sempre marcada no coração e na memória dessas jovens.

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Todos a caráter para celebrar o rodeio da inclusão (imagem: Apae Mozarlândia/g1)                            

“Nós pensamos em colocar pessoas que fizessem a diferença. Daí, tivemos a ideia de colocar as meninas da Apae e deu tudo certo. Elas ficaram empolgadas com o convite, e nós demos todo o apoio para a realização do evento”, disse Tatiane Alves Sousa, coordenadora da Secretaria de Assistência Social.

Apae

No momento, a Apae atende 199 pessoas em Mozarlândia, fazendo um trabalho muito bonito e inspirador sem fins lucrativos. Sua atuação envolve saúde, educação, lazer, assistência social, esporte, cultura, entre outros. O foco é promover a inclusão, a reabilitação e habilitação das pessoas com deficiência.

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E que ideia essa do rodeio, não? É uma forma de ajudar a combater o preconceito, dar visibilidade a essas pessoas e reforçar a conscientização de que devemos acolhê-las e tratá-las com respeito e carinho. Além de ficar eternizado na vida das meninas, esse rodeio também fica para a história da cidade!

Inclusive, vale a pena relembrar uma notícia que contamos aqui. A história da Maria Julia de Araújo, modelo brasileira com Síndrome de Down que já foi capa da Revista Forbes, entrou para a lista Under 30 e se tornou estrela da Milão Fashion Week.

Ela é a única embaixadora global com Síndrome de Down da L’Oreal Paris e desfilou para 40 marcas em uma única temporada da Fashion Week, algo grandioso até mesmo para as modelos que não são pessoas com deficiência (PCD).

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Que a gente possa ver mais histórias como essa em todas as áreas da sociedade. Por mais que tenhamos avançado muito nos direitos das pessoas com deficiência, não há dúvidas de que ainda temos muitos desafios pela frente.

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