Nômade há pelo menos 7 anos, brasileiro leva alegria com doces e palavras de afetuosas nas ruas

Levando alegria pelo mundo!

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Ao longo da vida somos levados a acreditar que seguir determinadas etapas e padrões é a receita para a felicidade. Se formar em uma faculdade, casar, comprar uma casa, conseguir um emprego estável e seguir uma carreira parecem a fórmula perfeita para autorrealização e segurança. Mas você já se pegou questionando essas ideias e pensou que deve haver algo a mais lá fora esperando por você? Pois foi exatamente isso que o nômade Caio Giachetti, de 39 anos, fez.

Natural de Araras, no interior de São Paulo, Caio não tem uma residência fixa e há cerca de sete anos vive permanentemente mudando de lugar. A decisão de ter esse estilo de vida um tanto quanto diferente e desafiador veio após a morte do pai.

Ele sempre dizia que, antes de você querer aproveitar a vida, deve se consolidar profissionalmente. Mas ele acabou falecendo antes mesmo de se aposentar, e isso foi a chave da mudança em minha vida”, relembra.

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Te interessa?

Na época, o brasileiro estava morando em Londres, mas não estava muito feliz com o rumo que a sua vida estava levando. Para conseguir uma renda extra, ele vendia brigadeiros pelas ruas da capital inglesa e foi quando decidiu mudar completamente e ir atrás de um antigo sonho.

Eu queria me tornar um mágico. Meu inglês era ruim, mas eu precisava aprender e fui buscar conhecimentos das habilidades de mágica”, afirma.

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Persistente, Caio foi atrás daquilo o que acreditava ser o seu destino e um tempo depois se mudou para Portugal. Ele acabou se consolidando como artista de rua – como mágico mesmo – e sempre buscava uma abordagem diferente. Porém para pagar as contas e se manter, ele continuou vendendo brigadeiros.

SER AO INVÉS DE TER

Porém, mais do que ser um mágico de rua e vendedor de brigadeiros, o jovem queria disseminar a arte e levar alegria para as pessoas. “Aí surgiu a ideia de fazer algo que criasse uma ligação afetiva entre meus brigadeiros, as pessoas e eu. E passei a oferecer 20 g de felicidade”, explica.

Com a sua frase bordão “Sou da oficina do brigadeiro. Vim para consertar o seu dia”, Caio aborda as pessoas com as quais cruza pelas ruas e oferece um pouco de alegria e doçura. Que legal! E se antes ele era um nômade solitário, agora ele conta com a ajuda da sua esposa, a fotógrafa Carolina Silva Dias, que prepara os doces.

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Feliz com os rumos que sua vida levou, ele se alegra em saber que uma simples atitude sua consegue mudar o dia de uma outra pessoa, seja com um carinho, um gesto, uma mensagem ou um simples, mas de delicioso, brigadeiro.

Agora no Brasil, Caio já percorreu 39 países e não pretende parar por aí. Sob o lema “O dinheiro não pode entrar se a alegria tiver de sair” ele ainda tem muitos lugares desse mundão para conhecer. E por aqui, a gente deseja muito sucesso para ele!

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Fonte: VIRTZ

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