Fotografia de técnica em enfermagem acalentando idosa no colo emociona o mundo!

O amor acima de qualquer coisa que somos!

Fotografia de técnica em enfermagem acalentando idosa no colo emociona o mundo!
Fotografia de técnica em enfermagem acalentando idosa no colo emociona o mundo!

Quem chega a conhecer a rotina dos profissionais de saúde que estão trabalhando de forma cautelosa por causa do coronavirus nos últimos meses não imagina as coisas que precisaram abrir mão e tudo que precisou mudar por causa da pandemia.

Acerca de algumas semanas, uma fotografia que veio a circular pelas redes sociais e vem causando muitas emoções nos internautas que chegam a conhecer a história das pessoas presentes nela.

Valdirene Aparecida Machado é uma técnica em enfermagem que trabalha em meio às suas obrigações diárias ao lado de demais profissionais no Lar Vicentino, em Itapeva, no Estado de São Paulo.

Estando por lá há cerca de 7 anos, Valdirene reconhece que o seu trabalho vai bem mais além que as necessidades básicas que uma técnica em enfermagem precisa fazer todos os dias.

Desde que começou esse período de pandemia que o asilo chegou a registrar 15 mortes de idosos que vivem no local e mais 70 que foram diagnosticado como positivo para o coronavírus.

Reconhecendo que as coisas por si só não são nada fáceis, o período que estamos vivendo então, requer muito mais que atitudes técnicas e profissionais. Para Val, o afeto dado a esses idosos fazem grandes diferenças.

E a fotografia em que esta técnica aparece mostra justamente um momento íntimo e espontâneo durante um dos seus plantões. Tirada por um amigo, esse momento da Val e um dos pacientes é mesmo de arrancar lágrimas.

“Não foi nada programado. Esse tipo de cuidado eu tenho com todos e sempre”, emociona ao contar.

Fotografia de técnica em enfermagem acalentando idosa no colo emociona o mundo!

Os profissionais de saúde são os heróis mais corajosos que podemos encontrar

O grande e principal motivo desta fotografia ter se tornado um grande viral é justamente por poder vermos na forma prática a importância e a dedicação de sermos mais humanos do que profissionais.

Val entende todos os riscos que chega passar em todos os seus dias de trabalho, mas reconhece acima de tudo que é preciso ir um pouco mais além com quem mais precisa.

E diz mais sobre a sua forma de trabalhar: “É preciso ter esse carinho, além de fazer o básico. Eles [residentes] precisam da gente”.

De fato, nada é fácil para essas pessoas que trabalham em frente contra esta guerra que tanto aflige grande parte do mundo. Além de colocar suas vidas em risco, médicos e enfermeiros precisam abrir mão de muitas coisas.

No caso da Val, a convivência com sua família não está sendo a mesma:

“Há um mês, não tenho contato físico com os dois filhos, de 4 e 8 anos de idade. Ambos estão na casa da avó para evitar contaminação do novo coronavírus. Só vejo os meus filhos por meio do telefone. Não sei quando vou poder vê-los e novo.”

Precisamos ser tão gratos por esses profissionais, pois graças a eles a esperança pode ser sentida mais uma vez!

Fonte:  Agora Notícias Brasil