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Entenda como a criatividade cria plenitude, felicidade e paz

Plena e criativa, uma criança que não tem nem passado, nem exemplos a seguir, nem valoriza julgamentos, simplesmente vive, fala e brinca em liberdade.” – Arnaud Desjardins

Nenhum ser humano vive sem experimentar a dualidade da vida.

Bom e mal. Amor e ódio. Vida e morte. Aceitação e rejeição. Sucesso e fracasso. Alegria e inveja. Compaixão e julgamento.

Então, por que passamos tanto tempo tentando fingir que é ruim experimentar tudo isso, o bom, o ruim e o feio?

Mesmo nossos homens e mulheres do tempo nos dizem que vai ser um dia ruim porque está chovendo ou nevando. Tenha dó! A terra se alegra quando chove; a neve é uma parte natural do nosso ecossistema.

Por que nos esforçamos tanto para suprimir os sentimentos e experiências difíceis em nossas vidas? Por que nossos cérebros estão conectados desse jeito? Por que estávamos traumatizados? Por que nossos pais, professores, Deus e sabe-se lá quem mais nos disseram?

Isso realmente importa, enquanto nos curamos: quem, onde e por quê?

Eu me lembro da primeira vez que ouvi a citação “Pensamentos são coisas”.

Eu soube imediatamente que, se isso fosse verdade, eu estava em apuros porque tinha muitos pensamentos dos quais não me orgulhava e nunca expressei em voz alta.

Eu fui ensinada muito cedo para não “balançar o barco” ou ser “dramático demais” e o pior: “Sua mãe é infeliz por causa de vocês, crianças.” Eca!

Então, quando as coisas ficavam ruins em casa, na escola ou na igreja, elas ficavam cheias. Em mim. Em meu coração. Em meu estômago e minha cabeça.


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